Você sabe o significado do termo “neutralidade da rede”? O conceito define o tratamento da navegação dos usuários na internet pelas operadoras de telecomunicações. A neutralidade é o princípio que determina que todos sejam tratados com igualdade, sem que haja benefício para uns e não para outros na hora de navegar ou que haja limitação para clientes específicos.

 

As entidades que defendem a internet livre, como o Idec, reivindicam a neutralidade da rede como princípio claro e indubitável em qualquer regulação que trate da internet (atualmente, há o Marco Civil em vias de aprovação), sem margem para desobediência por parte das empresas e poucas exceções técnicas.

 

Incluir a rede de vídeos do Google na estratégia de atuação em mídias sociais de sua empresa pode trazer diversas oportunidades de negócio. Segundo a Experian Hitwise, o Youtube é a segunda rede social mais acessada no Brasil.

Entretanto, colocar sua empresa na rede não significa obrigatoriamente criar um canal. Existem diversas opções adequadas a diferentes realidades e estratégias. Confira abaixo alguns caminhos:

 

Produza vídeos para seu canal:

Sua empresa tem estrutura para investir em uma produção audiovisual com regularidade? Criar seu canal, deixá-lo atrativo visualmente e produzir vídeos exclusivos para web, compõem uma das estratégias mais engajadoras e gratificantes no Youtube. Porém, nem todas as empresas têm disponibilidade de investimento para esse tipo de produção.

A internet na versão que conhecemos, que usa o conjunto de protocolos TCP/IP, completará 30 anos em 1.º de janeiro de 2013, daqui a poucos dias. O Departamento de Defesa dos EUA (DoD) havia estabelecido janeiro de 1983 como data-limite da migração da Arpanet para o TCP/IP. E exatamente do nome desse protocolo, Transmission Control Protocol/Internet Protocol, é que derivou o nome da rede toda: internet.

A Arpanet desenvolveu-se com recursos do DoD, o que nos levaria a pensar em inspiração puramente militar. O que se esquece é que os envolvidos em sua criação, pesquisadores provenientes da melhores universidades na área de tecnologia (MIT, UCLA, SRI, UCSB, Utah), compartilhavam ideias libertárias dos anos 70, como livre cooperação, compartilhamento e autonomia. E elas se somavam a requisitos de solidez para o projeto Arpanet, como não haver pontos únicos de falha: "Nada que tenha um 'centro de controle' é suficientemente resistente em caso de problema técnico ou de ataque". Chegou-se a uma concepção de rede distribuída, sem controle central, em que a adesão era espontânea e voluntária.

Assim nasceu a internet. Sem uma "chave de desligamento" central, sem um ponto vulnerável específico e sem um "centro de controle", integrada pelas redes autônomas que aceitassem seguir seus padrões tecnológico, mas sem terem de abdicar de sua administração própria e específica.

A tecnologia GPON (Gigabit Passive Optical Network), ou em português, rede Gibabit Óptica Passiva, surgiu como uma solução no mercado de acesso óptico, oferecendo suporte sem precedentes para alta velocidade, permitindo múltiplos serviços, entre eles: dados, voz e vídeo. Sendo uma das tecnologias de transmissão de alta velocidade que mais tem atraído atenção do mercado de telecomunicações, é atualmente utilizada em soluções voltadas para o atendimento tanto de mercados residenciais quanto corporativos que exigem uma maior largura de banda.

E a JCVirtual na busca por inovações em sua rede esteve na PARKS empresa gaúcha que está no mercado de telecomunicações desde 1966 desenvolvendo soluções para transmissão eletrônica de informações.

 Quando você está se matando em uma partida deathmatch contra um clã russo de Combat Arms e, em um momento decisivo da partida, aquele pequeno lag acaba atrapalhando a sua vitória, você já sabe qual deve ser o próximo passo: xingar, gritar e praguejar loucamente contra o mundo da internet e essa maldita conexão.

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Contudo, às vezes também é bom pensarmos em como a união entre os mundos real e virtual é incrível. Sim, pois é graças às enormes estruturas de comunicação criadas mundo afora que você consegue disputar essas partidas, conversar com seus amigos no Japão ou negociar produtos com aquela empresa norte-americana.

E, ao contrário do que muita gente imagina, as informações da internet não são transmitidas somente por satélites que orbitam a Terra, mas por uma gigantesca rede de backbones submarinos que cruza os oceanos de nosso planeta.