Marketing digital são ações de comunicação que as empresas podem se utilizar por meio da Internet e da telefonia celular e outros meios digitais para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos clientes e melhorar a sua rede de relacionamentos. O marketing digital engloba a prática de promover produtos ou serviços através da utilização de canais de distribuição electrónicos para chegar aos consumidores rapidamente, de forma relevante, personalizada e com mais eficiência.

A área de Marketing Digital pode ter muitas funções, mas se ao final tivéssemos que escolher um objetivo único, seria entregar oportunidades de negócio para o time de vendas. Conteúdo, Email Marketing, site, mídias sociais, Landing Pages, entre outros canais, são responsabilidades que fazem parte do “como” atender a esse objetivo.

Para ter uma visão clara de como isso é feito de forma orientada para o objetivo de gerar oportunidades e poder comparar com o que você tem feito na sua empresa, você pode acessar o web-site  Resultados Digitais e ver um resumo de todo o processo, com links para que você possa se aprofundar no tema que acha que precisa evoluir.

 

A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira o projeto de lei do Marco Civil da Internet – uma espécie de "constituição" que vai reger o uso da rede no Brasil.

A questão vem sendo debatida no Brasil desde 2009, mas emperrou em alguns pontos, como o da neutralidade dos dados na internet, o armazenamento de dados no país e a questão da responsabilidade dos provedores sobre conteúdos produzidos por terceiros.

O Marco Civil proíbe o acesso de terceiros a dados e correspondências ou comunicação pela rede. Ele também busca garantir a liberdade de expressão e a proteção da privacidade e dos dados pessoais.

Um ponto-chave é a chamada neutralidade da rede, que evita a discriminação da informação. Ou seja, os provedores não poderão dar prioridade a um determinado tipo de dado ao transmiti-lo aos clientes, bloqueando a possibilidade de censura.

O projeto também pretende resguardar o direito de expressão dos internautas, ao prever que o conteúdo publicado só seja retirado após ordem judicial. Há exceções, como em casos de racismo, pedofilia ou violência.

O projeto agora segue para o Senado e, em seguida, para a sanção presidencial.

Confira aqui perguntas e respostas sobre o Marco Civil da Internet e sua votação na Câmara.

Fonte : BBC

Recomendada pelo World Wide Web Consortium (W3C) para a construção de sites, a XML (eXtension Markup Language) é uma linguagem de marcação que leva hierarquia para a informação inserida na página. É por meio desse recurso que linguagens diferentes usadas na web se tornam padronizadas – afinal, todos os elementos ganham uma descrição e podem ser "lidos" pelos sistemas e navegadores.

A linguagem XML está presente no conteúdo inserido no site e, muitas vezes, é usado pelo gerenciador de forma automática como forma de organização dos dados. Assim, o criador da página não precisa se preocupar em escrever as tags descritivas da linguagem. Com isso, pode dedicar seu tempo para o layout da página e a forma de apresentação, realizada por meio de, entre outras linguagens, o HTML (Hypertext Markup Language).

Vivemos tão empolgados com as inovações tecnológicas que muitas vezes esquecemos que além das inúmeras oportunidades de as usarmos para criarmos rupturas nos negócios, também incorremos em riscos. O big data nos abre imensas possibilidades de fazermos análises e correlações impensáveis há alguns anos atrás. Criamos oportunidades de conhecermos intimamente nosso clientes, abrindo espaço para engajamentos contínuos com eles. Afinal, estão conectados aos seus smartphones e tablets todos o tempo e sabemos onde cada um deles está a cada momento.

 

Mas tudo tem seu “dark side” e neste artigo gostaria de instigar um debate sobre alguns aspectos que precisamos, pelo menos, melhor entender e avaliar. Privacidade é o tema. Até que ponto queremos ou mesmo sabemos onde termina nossa privacidade e que desejamos em troca dela?

 

Leia mais do texto do Cezar Taurion no Imasters.com.br

 

O termo “Internet of Things” (IoT), ou, a Internet das Coisas, vem ganhando muito espaço na mídia. Existem inúmeras previsões, otimistas e pessimistas, do impacto do advento dessa nova e impressionante tecnologia.

 

O IoT dita que em um futuro próximo as “coisas” que fazem parte do nosso dia-a-dia estarão conectadas à grande rede mundial de computadores. Trabalhando em conjunto com sensores, atuadores e tags inteligentes, terão a capacidade de trocar dados e informações com outros equipamentos e com pessoas.

 

Suas implicações se tornam assombrosas quando futuristas apontam que até mesmos o corpo humano e seus órgãos fazem parte destas “coisas” que receberão esse “dom” da inteligência. Ou seja, em vez de acessarmos um número de IP de um web server qualquer, poderíamos acessar o número IP dos nossos órgãos.

 

Apesar das implicações até éticas que o uso massivo da IoT poderia acarretar, esse termo não é totalmente novidade. Há cerca de uma década, Mark Weiser já citava o termo “Computação Ubíqua”, que era a soma de dois outros termos: “Computação Móvel” e “Computação Pervasiva”. Resumindo, essa teoria indica o uso da computação de uma forma inconsciente pelos seres humanos. As máquinas é que irão nos servir, não precisaremos mais nos sentar à frente de um notebook e este ser o centro das atenções.

Para ilustrar :

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